Narra a história entre mulheres que se conhecem casualmente numa estréia de teatro, quando Vitória (Luciana Caruso), sem querer, esbarra em Luisa (Zeza Mota) derrubando seu celular. Esse encontro inesperado desencadeia muito desejo e sedução, levando-as à descoberta de uma grande paixão.
Com muita delicadeza e sensibilidade Flores Brancas se propõe a falar do universo feminino, da paixão e do amor entre duas mulheres. A cidade de São Paulo é o pano de fundo dessa história onde seus destinos se cruzam. Um misto de ansiedade, desejo, medo, muita sedução e sensualidade permeiam a narrativa e, enquanto passam os dias e as horas, cresce nelas um sentimento nobre.
O tema é tratado de forma delicada, sensível e respeitosa, sem deixar de refletir com naturalidade sobre as diversas formas de orientação sexual. A peça pretende mostrar que a homossexualidade é tão presente, tão digna e imperfeita como qualquer outra orientação sexual.
“Flores Brancas fala de liberdade.” (Fabiana Carlucci)
“O amor é o que é, seja para que gênero for.” (Rogério Harmitt)
